Morre o ex-deputado Chagas Neto, aos 72 anos em Porto Velho - RO | Bastidores da Notícia

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Morreu nesta segunda-feira, 12, em Porto Velho, o ex-deputado federal, Manuel Francisco das Chagas Neto. Ele estava internado no Hospital 9 de Julho e não resistiu. Em abril ele foi internado ás pressas e chegou a ficar em uma UTI, devido a um tumor no cérebro.



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Ex-deputado federal, Manuel Francisco das Chagas Neto


Ex-constituinte, Chagas Neto, como era conhecido, filiou-se ao PSB no final ao ano passado e tentaria disputar uma vaga na Assembleia Legislativa neste ano. Empresário do ramo da construção civil ele também era diretor da Fiero.



Vida Chagas Neto iniciou o curso de engenharia operacional da Universidade do Vale do Acaraú, em Sobral, mas não o concluiu. Em 1963 tornou-se representante do Laboratório Frota, função que exerceria até 1970. Nesse ano tornou-se estagiário da divisão de engenharia na Britânia Construções e Incorporações Ltda., em Fortaleza, onde trabalhou por quatro anos. Em 1978 assumiu o cargo de diretor-presidente da Rádio Cidade, e no ano seguinte foi fundador e diretor do jornal Meio-Dia, ambos em Sobral. Em 1981, tornou-se gerente da filial da Empresa Geral de Obras Ltda. em Porto Velho, Rondônia, ocupando esse posto até 1984. Nesse ano, fundou e assumiu a presidência da empresa Chagas Neto Construções e Incorporações.




Filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), e contando com o apoio da Associação Comercial de Rondônia, candidatou-se a deputado federal constituinte no pleito de novembro de 1986. Eleito, assumiu o mandato em 1º de fevereiro do ano seguinte, quando tiveram início os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, mas licenciou-se em março para ocupar a Secretaria de Obras e Serviços Públicos do estado de Rondônia no governo de Jerônimo Garcia de Santana, do PMDB, cargo que exerceria até novembro seguinte. 






Nas matérias em pauta na Constituinte, votou a favor da pena de morte, do mandado de segurança coletivo, do turno ininterrupto de seis horas, da soberania popular, do presidencialismo e do mandato de cinco anos para o presidente José Sarney.




 Manifestou-se contra a limitação do direito de propriedade privada, a estabilidade no emprego e a estatização do sistema financeiro. Após a promulgação da nova Carta Constitucional em 5 de outubro de 1988, passou a exercer o mandato ordinário. Sem concorrer à reeleição em outubro de 1990, deixou a Câmara dos Deputados em janeiro do ano seguinte.





Fonte: Assessoria

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