Nome de Mariana Carvalho não tem densidade no eleitorado do Interior paras as eleições Majoritárias/2018 | Bastidores da Notícia

FILOSOFANDO
 “Jornalistas são essenciais para a democracia. Eles precisam operar com garantias e sem interferências.” ANTONIO GUTERRES (1949), engenheiro e político português, atual presidente (9º) da ONU.

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a deputada federal Mariana Carvalho ainda não conseguiu a
capilaridade para uma disputa desse tamanho no interior rondoniense.

 APOSTAS PARA A SUCESSÃO
Expedito Júnior (PSDB) ou outro político tradicional. Acir Gurgacz, ladeado ou não por Williames Pimentel (PMDB), Maurão de Carvalho (PMDB), Mariana Carvalho (PSDB) ou alguma surpresa ainda incógnita, do mundo empresarial, à espera do momento certo para ser revelada, à moda dos oráculos ocultos das religiões orientais. Neste março que começa agora após o silencio de tambores e tamborins, são as apostas para a sucessão do governo de Confúcio Moura – agora, dizem os potins, decidido a permanecer no PMDB – entre analistas e lideranças partidárias.MDB confirma pré-candidatura de Confúcio e Raupp ao Senado, e de Maurão ao governo


 REPETINDO CAHULLA
E não é pura ressaca carnavalesca. Alguns, depois de curtir todos os dias da folia de Momo, já admitem que o vice-governador Daniel Pereira, animado com nova vitória na disputa do Sindsef (Sindicatos dos Servidores Federais em Rondônia) vai repetir a saga de João Cahulla (que foi vice de Ivo Cassol), anunciando a disputa pela reeleição assim que for confirmado como titular no cargo, após a saída de Confúcio (dentro do prazo de desincompatibilização) para disputar uma vaga no Senado.


Cahulla, como se recorda, não conseguiu a vitória, mas ficou com a segunda maior votação pelo cargo. E Cassol se elegeu para o Senado, onde permanece apesar de estar condenado à prisão por decisão judicial. Em se tratando de Daniel Pereira não há nenhuma garantia de que o teatro vá apresentar a peça com o mesmo script do passado.


 IMPONDERÁVEL
A corrida sucessória vai ganhando importância nas conversações políticas, agora que o Carnaval acabou e as instituições voltam a funcionar a pleno vapor. E mesmo num cenário de poucas modificações nos últimos meses, falar sobre como se dará a sucessão estadual é um exercício que deságua no paradoxo socrático do “Só sei que nada Sei”.

 NOVIDADES
Levando-se em conta o cenário em que a crise política mina o que resta da estrutura de políticos coringas do passado é possível acreditar na concretização de novidades para a disputa de 2018.


Algo assim como algum prefeito bem avaliado (mas aparentemente sem cacife no momento) ou como um empresário calçado em milhões e com o sonho de “virar uma autoridade importante” para alavancar negócios e garimpar outras oportunidades, etc, etc.


Afinal, não só os analistas do cenário político estão convencidos do novo sentimento da maior parte do eleitorado. Eles (os eleitores) vão pedir alguém fora do sistema político, como aconteceu com Porto Velho. - Laerte Queiroz está entre os nomes mais lembrados em ultima pesquisa de pré-candidatos a deputado estadual


 AQUI É DIFERENTE
Enquanto no plano nacional já dá para visualizar uma candidatura de terceira via (Bolsonaro pode ser esse nome) em Rondônia essa é uma possibilidade ainda remota. Nenhum político rondoniense decidiu, até agora, cravar seu nome nessa alternativa, existente com o crescimento da tendência eleitoral de simpatia pela direita, pelos representantes mais conservadores.


FATOR MARIANA
E dentro do PSDB há uma certeza: a deputada federal Mariana Carvalho ainda não conseguiu a capilaridade para uma disputa desse tamanho no interior rondoniense. Ela poderia ter sido o símbolo da disputa eleitoral em Porto Velho, onde desistiu de concorrer à Prefeitura. Isso revelou sua inapetência para embates duros como é a conquista de um poder executivo. - PF cria grupo para combater 'fake news' nas eleições

Texto: Jornalista Gessi Taborda 

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