UMA DOENÇA CHAMADA "RACISMO". | Bastidores da Notícia

No Mês que se comemora o Dia da Consciência negra (20 de novembro) é surpreendente que atos de racismo vêm se tornando cada vez mais rotineiro e banal em nossa sociedade principalmente, através das redes sociais, exatamente onde as pessoas sentem-se confortáveis para expor o seu ódio e sua intolerância, achando assim que nunca serão descobertos. Alguns usuários usam perfis falsos e apelidos para dificultarem sua identificação. Recentemente, Taís Araújo, famosa atriz brasileira, foi vítima de comentários racistas via as redes sociais. Mulheres negras são as maiores vítimas dessa “doença”, ora pela cor de sua pele, ora pelo formato do cabelo e até pelo estilo de vestimentas que adotam.
O Racismo é um crime imprescindível e inafiançável na Constituição Brasileira, mesmo assim, semana a semana observamos casos de comentários constrangedores, xingamentos ou simplesmente a negação do contato físico com pessoas de pele escura. Isto talvez pelo fato de alguns indivíduos sentir-se- superiores como acontecia na época da escravidão. 
O preconceito e o racismo envergonham o Brasil, principalmente por sermos descentes da raça negra africana. Ainda mais, o Brasil apresenta uma forte mistura de raças e etnias. A incidência desses atos discriminatórios está em todos os lugares, não apenas nas redes sociais, pode não ser tão evidente para alguns, mas ele não deixa de existir. Em alguns casos, ocorre de forma sutil, em que nem é percebido pelas pessoas, em outros casos, de forma explícita, em que o preconceituoso não sente nenhum constrangimento em dizer que não gosta de pessoas da pele negra. O Racismo é um problema sério, que estimula a desigualdade social e incentiva o ódio entre as pessoas. 
O Dia Nacional da Consciência Negra é tido como uma maneira que as pessoas tem para refletir sobre a inserção e o respeito do negro na sociedade brasileira. A data é comemorada em 20 de novembro, que coincide com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, que foi um dos principais representantes da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Autor: Professor Eurimar Kaymme

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