Casos doenças sexualmente transmissíveis disparam em Vilhena; sífilis vira “epidemia” na cidade | Bastidores da Notícia

 

Dados do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) de Vilhena revelam: os casos de doenças sexualmente registrados na cidade nestes últimos meses atingiram níveis alarmantes. A sífilis é a que aumentou mais, passando de uma média de 5 para 25 casos atendidos por mês.

Considerando a situação uma grande ameaça à saúde pública, a psicóloga Zilda Golin explica que a sífilis, uma doença antiga, provoca mortes, causa abortos e deixa bebês com seqüelas severas.

Embora com aumento menor, Aids e hepatites (principalmente as do tipo A e B, os mais agressivos), também vêm sendo disseminadas entre os vilhenenses. O crescente número de homossexuais masculinos da cidade cujos testes dão positivo para o HIV, mostra a urgência de reforçar campanhas de prevenção.

De acordo com o Grupo de Testagem e acompanhamento, que realiza exames rápidos, durante todo o ano passado, foram contabilizados os seguintes registros de casos: Aids (43); hepatite B (54); hepatite C (12) e sífilis (176).
 


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