MILAGRE: GRÁVIDA DE 19 ANOS CHEGA MORTA AO HOSPITAL E MÉDICOS CONSEGUEM SALVAR CRIANÇA EM RO | Bastidores da Notícia

GRÁVIDA DE 19 ANOS CHEGA MORTA EM HOSPITAL E MÉDICOS CONSEGUEM SALVAR A CRIANÇA






















Nesta terça-feira (02/02), compareceu na Delegacia de Polícia Civil de Ariquemes, um médico plantonista do Hospital Regional, onde registrou boletim de ocorrência sobre a morte da mãe e nascimento de uma criança.

O fato aconteceu na noite de segunda-feira (01/01) por volta das 21h30m, quando um cidadão chegou à porta do pronto socorro, pedindo ajuda, pois sua esposa, Darsone Maros de Oliveira de 19 anos, estava passando mal, ela estaria gravida e se encontrava dentro de um veículo na plataforma do PS da Unidade hospitalar.

No mesmo instante, uma técnica em enfermagem foi até o veículo e constatou que a jovem encontrava-se em óbito e com muita secreção de vômito no rosto e nas roupas.

Na esperança de salvar a mãe, com urgência acionou outros colegas e a conduziram ao pronto socorro, onde foi feito a reanimação cardiopulmonar, sem sucesso.

Rapidamente acionaram a obstetra de plantão, Drª Faiane Rodrigues, que imediatamente procedeu à cesárea, ainda no pronto socorro do hospital, conseguindo retirar a criança com vida, a princípio observaram-se poucos sinais vitais, porém, com os procedimentos médicos adequados, conseguiram estabilizar o recém-nascido, posteriormente conduzindo ao Hospital da Criança, uma menina, onde encontra-se sob cuidados médicos e não corre risco de morte.

Segundo o médico que fez o comunicado, ao abrir o útero, o mesmo estava com muito sangue, em seguida o corpo foi liberado para a família fazer os preparativos fúnebres.

Nessa história, mencionamos o nome da médica obstetra por seu ato heroico, ao mesmo tempo, parabenizar toda equipe do HPS pela agilidade que teve com o caso, mesmo leigo no assunto, pode concluir que milésimos de segundos fez a diferença entre a vida e a morte da criança, podendo até ser considerado um MILAGRE.

Quanto ao estado clínico em que a mãe chegou ao hospital, foge de nossa competência fazer qualquer comentário, cabendo às próprias autoridades médicas e a família, através de meios jurídicos, apurar se ouve alguma culpa pela fatalidade.

Da redação do AR Ítalo Coelho DRT 1120/RO.
Fotos: Alerta Rondônia/Facebook
 
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